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Bruxismo e o ranger de dentes

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Dentes rangendo e barulhos na boca durante o sono são sinais de bruxismo, uma parafunção oral que pode ser causada por fatores emocionais, problemas físicos e outras razões. O hábito de ranger os dentes normalmente ocorre durante à noite, quando a pessoa está dormindo e não consegue ter controle das forças utilizadas. A parafunção atinge homens e mulheres e até mesmo crianças com dentição de leite, mista ou permanente.

Não existem causas específicas para o aparecimento do bruxismo, mas estudos apontam que o fator emocional pode piorar o problema. Além disso, disfunção e sobrecarga dos músculos mastigatórios, disfunção na articulação temporomandibular, estresse físico, interferência oclusal, patologias das vias aéreas superiores e perdas dentárias ajudam à agravar a parafunção.

Durante o sono, as pessoas com bruxismo realizam movimentos rítmicos, que lembram a mastigação, durante períodos longos de contração dos músculos mandibulares. Esse esforço utiliza as forças máximas de contrações e pode trazer fadiga e dor muscular.

Não existe uma causa exata para essa parafunção e por isso, é mais complicado determinar um tratamento específico para o problema. O tratamento deve ter como base a redução da tensão emocional e dos sinais e sintomas. O mais comum para aliviar a disfunção da articulação temporomandibular é o uso de placas interoclusais (de acrílico). Elas são utilizadas pelo paciente durante o sono e protegem os dentes do desgaste provocado pela movimentação. Além das placas, terapias psicológicas e sessões de fisioterapia podem se associar ao tratamento.

Consultoria: Clinica ImplArt – Estética dental e Implante dentário http://www.clinicaimplart.com.br

Enxerto ósseo na odontologia

O enxerto ósseo é uma ótima opção para ajudar os pacientes que vão colocar implantes dentários, mas precisam ter uma boa base de sustentação para eles. No caso de pessoas que precisam de um ou dois implantes, a melhor opção é o enxerto em pó, que é feito de pó de osso.

Esse tipo de enxerto utiliza material de banco de ossos, que podem conter ossos de animais ou de outros seres humanos. O enxerto em pó pode ser liofilizado com membranas e caso seja colocado em grandes áreas pode formar uma neoformação óssea até o dente ficar firme. Por isso, esse material só é indicado para pequenas extensões.

Para fazer o enxerto, o dentista tem a sua disposição os seguintes materiais: enxertos retirados de animais – xenógeno (osso liofilizado bovino – genox), de outra pessoa da mesma espécie (alogênicos) ou materiais vítreos sintéticos – bioss (alógeno) e precursor ósseo (hidroxiapatita sintética).

Apesar de existirem recomendações para grandes e pequenas áreas, o dentista terá que examinar o caso de cada paciente, considerando os possíveis resultados para idealizar qual material é mais indicado para cada pessoa.

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Prótese flexível em silicone

As próteses flexíveis podem substituir as próteses parciais removíveis ou as dentaduras. Elas são fabricadas com o material Flexite, uma resina flexível, que é utilizada como base para próteses e ajuda a corrigir falhas no acrílico convencional. Além disso, o produto é biocompatível e não quebra. Com essa técnica os ganchos de metal não são utilizados e o resultado fica mais natural.

O uso da prótese flexível é indicado para mantenedores de espaço, placas mio-relaxantes, pacientes idosos, especiais, provisórias para reabilitação com implantes, reabilitação oral, unilateral e bilateral. Com esse material as forças mastigatórias são distribuídas nas áreas dêntulas, evitando pressões nos dentes que restaram. As gengivas são estimuladas para ajudar a diminuir a reabsorção óssea.

Como o material é mais flexível e resistente, os danos são menores do que nas próteses convencionais. Com o material os dentes remanescentes não precisam de reparos, as forças mastigadoras são melhor distribuídas e em alguns casos é possível adicionar dentes.

O paciente que utiliza essa prótese consegue se adaptar com mais facilidade devido a sua flexibilidade e a sua espessura maior. O material também facilita a translucidez, já que ela simula a cor natural das gengivas e dos tecidos.

Como a prótese flexível é indicada para alguns casos específicos somente a avaliação do dentista especialista pode determinar o material e o tratamento que cada paciente deve seguir.

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O que é a reabilitação oral

A reabilitação oral consiste em tratamentos de prótese dentária e estética que visam recuperar ou melhorar a saúde bucal do paciente, quando esta se encontra comprometida.
A grande finalidade da reabilitação oral é reestabelecer: Função (mastigação), estética (beleza), saúde (remover infecções). Uma dentição completa e bem articulada evita problemas na mandíbula e no maxilar, que podem se desenvolver em problemas maiores e mais complexos no futuro.

A reabilitação oral envolve um planejamento complexo do caso, normalmente envolvendo múltiplas especialidades como endodontia (canal), periodontia (gengiva), implantodontia (implantes), prótese dentária, dentística (restaurações), estética.

Para realizar esse procedimento o primeiro passo é agendar uma avaliação no dentista e realizar um raio-X panorâmico e avaliar o estado da boca e dos dentes. Em seguida, um molde de gesso é feito para que a arcada dentária seja colocada em um aparelho específico, que vai reproduzir os movimentos naturais durante a mastigação.

A partir dessa avaliação, o dentista vai determinar o que precisa ser feito, implante odontológico, prótese fixa, prótese removível ou prótese total. O processo procura reconstituir a engrenagem anatômica dos dentes, a partir dos movimentos de mastigação para criar uma estética nos dentes, com um sorriso bonito.

Em cada caso será determinado quais exames, avaliações ou testes são necessários, como cada paciente pode ter um problema específico ou vários que afetam diferentes regiões, o dentista vai avaliar o tratamento correto para cada pessoa. A duração do processo pode variar entre semanas a meses, dependendo do grau do problema. Pode ser feito também em day clinic para acelerar o processo.

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Enxerto ósseo em blocos

Os enxertos ósseos são utilizados para reabilitar pessoas que perderam um ou mais dentes e querem reconstruir sua arcada dentária. Eles são utilizados em pessoas que sofrem reabsorção óssea ou de atrofia, que deixam os ossos da região com menos espessura e altura e por isso pode ocorrer o aumento do tamanho do seio maxilar, o que impede a colocação de implante.

O enxerto ósseo serve para permitir a realização do implante, devolvendo o volume perdido ao osso atrofiado. Para essa técnica, o dentista pode utilizar material ósseo do próprio paciente, retirado da boca e de outros locais como o osso da bacia (ilíaco) ou da calota craniana (parietal).

Para grandes extensões, no caso de pessoas que perderam muitos dentes, a técnica utilizada é a de enxerto em bloco com material autógeno (do próprio paciente) e homógeno (de outras pessoas). A utilização desse tipo de enxerto para a reconstrução dos rebordos alveolares é uma prática constante para a colocação, com sucesso, de implantes dentários.

O uso do enxerto em bloco facilita o processo de implantes para áreas maiores, pois reconstrói uma grande parte de uma vez só e com o mesmo material, o que reduz a possibilidade de rejeição. Além disso, também permite a colocação mais rápida do implante, já que o corpo vai se adaptar de uma forma mais rápida ao novo material.

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Cuidados com o aparelho removível

Todos os pacientes devem cuidar corretamente de seus aparelhos fixo ou móvel. As instruções e as dicas dadas pelo ortodontista devem ser seguidas para o tratamento funcionar e o resultado desejado ser alcançado.

Um dos maiores problemas para quem usa aparelho móvel é guardá-lo durante as refeições. Muitas pessoas esquecem o lugar onde ele foi guardado e depois precisam ir ao dentista novamente para fazer um novo. Neste caso, o tratamento é prejudicado já que é preciso tirar um novo molde e enviá-lo para a confecção.

Apesar da paralisação do tratamento não ser muito grande, cerca de um mês, o resultado final pode ser afetado e o principal problema é a perda dos avanços obtidos até o momento da interrupção. Na maioria dos casos, o aparelho móvel é guardado em um guardanapo antes da refeição e o paciente se esquece disso e acaba jogando o embrulho fora.

Outro problema é a conservação no dia a dia já que este tipo de aparelho é frágil. Casos de pessoas que se sentam sobre ele ou pisam é muito comum. Alguns pacientes também deixam o aparelho sem proteção, fora da caixa, que facilita a quebra e as deformações.

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Indicações para o enxerto gengival

O enxerto gengival é utilizado para corrigir pequenos defeitos que aparecem nas gengivas dos pacientes. Ele pode ser colocado em pessoas que tem pouca gengiva e com dentes muito aparentes, ele aumenta a faixa gengival em áreas com pouca ou nenhuma gengiva inserida ou ajuda a reconstruir uma área da boca que sofreu com a retração gengival.

Para reduzir o efeito do problema, normalmente a opção mais utilizada pelos dentistas para o enxerto é retirar o material do palato (céu da boca) do próprio paciente. A retirada é feita com anestesia local e a pessoa não sente dor, somente um leve desconforto.

A grande exposição da gengiva que aparece de forma natural não tem causas definidas. Já a retração gengival acontece quando o tecido gengival deixa a raiz do dente exposta e a área fica sensível. A função do tecido saudável é formar um colar de proteção ao redor do dente. Existem dois tipos de gengiva, a inserida, que possui um tecido rosa, mais espesso, que circunda o dente e é aderido pelo tecido ósseo, e a mucosa (gengiva não inserida), um tecido fino, macio e com grande mobilidade que forma a parte interna das bochechas e dos lábios.

Para evitar as dores, o paciente utiliza a medicação (antiinflamatórios) antes e depois da cirurgia de inserção do enxerto gengival. Também é utilizado um tipo de “cimento cirúrgico”, que forma uma barreira de proteção, que é fixada no lugar em que a operação aconteceu. Ele fica colado nos dentes e na gengiva por cerca de cinco dias. A área doadora é suturada com pontos e essa proteção ajuda a manter sua estética e forma, mesmo após a remoção de um pequeno pedaço.

O principal cuidado após a cirurgia é alimentação. O paciente precisa comer da forma indicada pelo dentista com alimentos moles e frios nos primeiros dias para evitar problemas como sangramento e infecções que podem atrapalhar o efeito do medicamento e a cicatrização.

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Como funciona o aparelho fixo

Os pacientes buscam o dentista para deixar o sorriso em dia e ter uma aparência mais bonita. Em muitos casos, a colocação de um aparelho ortodôntico é a solução para alinhar os dentes e melhorar a mordida. Para chegar ao resultado esperado, o ortodontista pode optar por aparelhos fixos e móveis, que são utilizados para ajudar a movimentar os dentes, retrair os músculos e até modificar o crescimento mandibular. Eles atuam aplicando uma pequena pressão nos dentes e nos ossos maxilares.

Os aparelhos fixos são divididos em três categorias, mas o tipo mais comum é o aparelho fixo, que é composto por bandas, fios e braquetes. A colocação do aparelho é feita em etapas para que o paciente consiga se adaptar. Se for necessário, a primeira fase é colocar os mantenedores do espaço que vão guardar a área em que as bandas, que seguram toda a estrutura, serão colocadas posteriormente.
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Depois das bandas, que são fixadas ao redor de um ou vários dentes, como âncoras para o resto do aparelho, os braquetes são colados na parte eterna dos dentes e os fios, em forma de arco, passam pelos braquetes e ligam-se às bandas. Ao apertar o arco ou trocar de fio, os dentes movem-se para chegar à posição correta. Normalmente, eles são apertados uma vez por mês, o tempo de tratamento depende de cada caso. Após o uso do aparelho fixo, o paciente pode precisar do móvel e também de placas para complementar o tratamento.

Outra opção disponível é o aparelho fixo especial utilizado para controlar o hábito de chupar o dedo ou a famosa língua presa. Eles são fixados por meio das bandas. Esse tipo de aparelho só é recomendado em casos muito graves.

O último tipo existente é o mantenedor de espaço fixo, que protege o espaço deixado por um dente de leite perdido precocemente até que o dente permantente apareça para ocupar esse local. Para isso, a banda é cimentada ao dente próximo ao espaço vazio e um fio é utlizado para separar os dentes.

Doença Periodontal juvenil

A periodontite é caracterizada por uma inflamação gengival com formação de bolsa e até perda óssea. Em casos graves pode ocorrer a mobilidade do dente e em extremos a migração. Normalmente, ela atinge quase todos os dentes e possui uma progressão lenta.

Mas, em algumas situações sua manifestação acontece de forma mais rápida, que é mais comum em pessoas que estão entrando na puberdade até a idade adulta. Bolsas profundas e perda óssea rápida são características desse tipo de periodontite.

Nos jovens, ela considerada um tipo de doença periodontal severa que se manifesta no início do período de puberdade e destrói, principalmente, o periodonto de sustentação, um ligamento periodontal. A doença é crônica e inflamatória e pode causar uma grande destruição óssea. Ela pode afetar os dentes de duas formas: localizada, afeta os primeiros molares e os incisivos permanentes, e generalizada, afetando outros dentes além dos citados.

A doença é mais comum em crianças saudáveis, entre 11 e 13 anos, especialmente em meninas. Os sinais de manifestação não são totalmente visíveis já que a gengiva apresenta textura e cor normais e a existência de placa é pequena em comparação ao grau de destruição óssea que já pode ter ocorrido.

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Implante contra a perda óssea

Os implantes dentários são uma boa opção para as pessoas que perderam um ou mais dentes. O procedimento é seguro, rápido e tem um ótimo resultado estético. Antes de começar o tratamento, o dentista vai avaliar a condição dentária do paciente e quanto melhor for essa avaliação mais fácil será o implante.

Muitos pacientes evitam os consultórios e tentam fugir da consultas, o que pode afetar ainda mais o estado dos dentes e o tamanho do tratamento no futuro. No caso dos implantes, quando o paciente espera muito tempo para tirar um dente que não pode ser salvo ou espera muito tempo depois da queda do dente para ir ao dentista pode ter grandes surpresas no futuro.

Ele pode sofrer com a atrofia e com a reabsorção óssea deixando sua boca murcha e sua fala alterada. Além disso, os ossos da região ficam com menos espessura e altura e pode ocorrer o aumento do tamanho do seio maxilar, o que impede a colocação de implante. Nesses casos, o dentista precisa utilizar enxertos ósseos para que a região possa receber o implante.

Apesar do procedimento ser casual para os dentistas, o paciente pode demorar mais tempo para terminar seu tratamento. Em casos em que é possível retirar o dente antes e usar um provisório no lugar é mais fácil ter esse trabalho antes do que esperar a reabsorção óssea para colocar o enxerto e só depois o implante.