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Falta de dentista gera reclamação na UPA em Campo Grande

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Usuários que necessitam de atendimento dentário tanto de emergência quanto de consulta marcada procuraram a reportagem do Midiamax para reclamar que o atendimento teria sido suspenso na manha desta quinta-feira (2) no Posto Coronel Antonino. A aposentada Gilbertina Cheres, 80 anos, foi até o posto com consulta marcada para retirar os pontos de uma cirurgia dentária e não foi atendida.

O filho dela, Washington Cheres estava reclamou que ficou irritado com a falta de informações. “Cheguei aqui com minha mãe que só precisava tirar os pontos, um procedimento simples, e ela não foi atendida”, reclamou o usuário. “E pior que não falam nada, apenas que o dentista não veio e que preciso remarcar, e sei que ela tem atendimento prioritário”.

Bastante exaltado um homem reclamava em frente ao posto que estava desde as 6h aguardando atendimento para o amigo que tinha sido levado ao posto. Questionado sobre o problema, ele convidou a reportagem para entrar no local, o que não foi possível sem a autorização do órgão oficial. “Se for para mostrar só melhora no papel, melhor não mostrar”, reclamou ele que não quis se identificar.

No posto a informação foi que o profissional tinha apresentado atestado médico. “Não podemos falar mais que isso”, informou uma atendente. Já na UPA do Vila Almeida a informação é que são distribuídas seis senhas para o atendimento dentário. “Se acabar, só no outro dia”, informou o atendente no balcão central.

A assessoria da prefeitura de Campo Grande e da SESAU foi procurada para mais informações sobre a falta do dentista no referido posto, mas a reportagem não obteve resposta até o fechamento desta matéria.

Fonte: http://www.midiamax.com.br

Falta de dentistas nos eua faz profissionais lucrarem

Os tempos nunca foram melhores para os dentistas dos Estados Unidos. Mas o mesmo não pode ser dito sobre os dentes dos norte-americanos. Com os custos do trabalho odontológico crescendo bem mais que a inflação e cerca de 100 milhões de pessoas desprovidas de planos odontológicos, a porcentagem de norte-americanos com cáries que precisam de tratamento começou a subir nesta década, revertendo 50 anos de tendência de melhora na saúde dental.

Números até agora inéditos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças demonstram que, em 2003 e 2004, os anos mais recentes para os quais há dados disponíveis, 27% das crianças e 29% dos adultos tinham cáries sem tratamento nos Estados Unidos. A porcentagem de pessoas com cáries não tratadas era a maior desde o final dos anos 80, e significativamente mais alta do que a registrada por uma pesquisa que cobria o período 1999-2002.
A despeito da alta no número de problemas dentais, os conselhos estaduais de odontologia e a Associação dos Dentistas Norte-Americanos (ADA), a principal organização profissional dos dentistas do país, vêm combatendo com esforços dos técnicos de higiene dental e outros profissionais sem formação odontológica para prover tratamento básico a pessoas que não têm acesso a dentistas.
Para os norte-americanos de classe média e ricos, dentes brancos e alinhados são um direito garantido. E os dentistas alegam que a maioria das pessoas recebe cuidado dental de alta qualidade nos Estados Unidos.
Mas muitas famílias pobres e de classe média mais baixa não recebem cuidados adequados, em parte porque a maioria dos dentistas prefere clientes capazes de pagar pelos seus tratamentos em dinheiro ou por meio de planos odontológicos privados; eles em geral não aceitam pessoas cuja cobertura de saúde depende do programa federal Medicaid.
Como resultado, clínicas odontológicas que atendem a esses pacientes têm listas de espera com meses de duração, mesmo no caso de pessoas que precisam de cirurgias sérias para tratar de dentes apodrecidos.
Na clínica de odontologia pediátrica administrada pela escola de odontologia da Universidade da Flórida, cujos custos são bancados pelo Estado, por exemplo, as crianças de baixa renda podem ter de esperar seis meses por uma cirurgia.
Em alguns casos, os resultados de tratamentos odontológicos inadequados são fatais. Uma criança no Mississipi e uma segunda em Maryland morreram, este ano, de infecções causadas por dentes apodrecidos.
Os críticos dos profissionais de odontologia – entre os quais especialistas em saúde pública, alguns médicos e até mesmo alguns professores de escolas de odontologia- dizem que há dentistas demais cuja preocupação dominante é o dinheiro e não a medicina.
“A maioria dos dentistas considera a odontologia como negócio, e não como serviço essencial de saúde”, diz o Dr. David Nash, professor de odontologia pediátrica na Universidade do Kentucky.
“Posso estar sendo cínico sobre minha profissão, mas os dados estão lá para confirmar minha opinião. É vergonhoso”.
Um defensor das práticas dos dentistas é o Dr. Terry Dicksinson, que é dentista e também diretor executivo da Associação Odontológica da Virgínia. Ele afirma acreditar que os dentistas sejam compassivos e desejem fornecer tratamento a pacientes pobres.
“as a odontologia também é um negócio. Eles precisam pagar aluguel e os salários de seus funcionários, e merecem remuneração justa, diz ele. “A caridade não é um sistema de saúde”, disse Dickinson.
Os dentistas, evidentemente, não têm mais obrigação de atender os pobres do que advogados ou contadores. Mas, do ponto de vista da saúde pública, dizem os críticos da profissão, a questão é que, ao mesmo tempo em que tantos pacientes passam sem tratamento, os negócios vêm florescendo para a maioria dos dentistas. Eles estão faturando mais dinheiro e trabalhando menos horas, em média, ainda que a proporção de dentistas por habitante tenha caído no país.
A falta de cuidados odontológicos não se restringe aos pobres e suas crianças, demonstram os dados. Os especialistas em saúde bucal dizem que cerca de 100 milhões de norte-americanos – entre os quais muitos adultos empregados e com renda bem superior à marca da pobreza- não dispõem de acesso a cuidados odontológicos.
Uma pesquisa federal demonstrou que 27% dos adultos desprovidos de planos odontológicos consultaram dentistas em 2004, ante 29% em 1996, quando os custos odontológicos eram significativamente mais baixos, mesmo levando em conta a inflação do período.
Para adultos dotados de planos odontológicos, a proporção de dos que se consultaram se manteve rigorosamente inalterada, em 57%, ante 56%. Desde 1990, o número de dentistas nos Estados Unidos vêm se mantendo relativamente inalterado, em por volta de 150 mil a 160 mil, enquanto a população do país cresceu em 22% no período. Além disso, há mais dentistas trabalhando apenas em tempo parcial.
Em parte como resultado disso, os custos odontológicos subiram muito mais que a inflação. Em dólares reais, o custo do procedimento odontológico médio subiu em 25% entre 1996 e 2004. O paciente norte-americano adulto médio hoje gasta cerca de US$ 600 ao ano com o cuidado de seus dentes, e os seguros cobrem cerca de metade do custo.
A renda dos dentistas cresceu mais rápido que a dos norte-americanos médios e do que a dos médicos. Antigamente vistos como primos pobres dos médicos, dentistas em geral faturavam uma média de USS 185 mil ao ano com seus consultórios em 2004, o ano mais recente para o qual existem dados disponíveis. O número se assemelha à média de renda dos médicos não especializados, mas as jornadas de trabalho dos dentistas são muito menores. Os cirurgiões odontológicos e os ortodontistas têm renda média superior a US$ 300 mil ao ano.
“Os dentistas ganham mais que os médicos”, diz Morris Kleiner, economista da Universidade de Minnesota. “Se eu tivesse um filho interessado em biológicas, recomendaria a odontologia”.
A Dra. Kathleen Roth, presidente da ADA, disse que a associação está trabalhando para melhorar a tabela de pagamento do Medicaid, a fim de tornar mais interessante para os dentistas o tratamento de pacientes de baixa renda. O programa só cobre os custos de tratamentos básicos e de emergência para crianças, e de emergências para adultos, na maioria dos Estados.
“O acesso aos cuidados dentários vêm se tornando um problema cada vez maior nos últimos 10 anos, especialmente para as crianças”, disse Roth. “Os programas estaduais e federais reduziram as verbas que ofereciam”.
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times
Fonte: terra notícias

Brasil está saturado de dentistas

Segundo matéria publicada no portal abril, o país tem 11% dos dentistas do mundo e mercado deve recebe oito mil novos profissionais por ano.
O Brasil possui cerca de 250 mil dentistas, o que corresponde a mais de 11% da fatia global desses profissionais. Não obstante, este número equivale à população de dentistas dos EUA e do Canadá juntas.
A tendência para os próximos anos é que os números aumentem ainda mais. O mercado recebe oito mil novos dentistas por ano; um crescimento de 4% sendo que a população brasileira está chegando à estabilidade, num crescimento de 2% ao ano. Apesar dessa fartura de profissionais no mercado, 16% dos brasileiros nunca foi ao dentista. Segundo o professor Plínio Augusto Rehse Tomaz, há uma “realidade de mercado desfavorável” e que deve ser levada em conta na escolha da carreira dos novos ingressantes.
Do montante total de profissionais, metade tem menos de 40 anos, o que reforça o ensejo do estudo em mostrar o “boom” profissional por que passa a área. O mercado é dominado, sobretudo pelas mulheres: de cada dez dentistas, seis são do sexo feminino. O estudo ainda revelou dados importantes sobre o exercício profissional desenvolvido por esses cirurgiões-dentistas. Mostrou que a especialização ainda é pequena, mais de 70% deles são clínicos-gerais.

Com a oferta excessiva de profissionais no mercado, os dentistas tiveram que lidar com o problema financeiro. Uma vez que a concorrência mostrou-se ferrenha, houve a demanda por mais horas de trabalho em detrimento do valor cobrado pelos procedimentos. 90% dos cirurgiões-dentistas dizem trabalhar mais de 40 horas semanais e 60% deles ganham menos que cinco mil reais por mês, revelou o estudo. Todo esse panorama negativo reflete o número expressivo de profissionais que não escolheriam a odontologia como carreira se o pudessem fazê-lo, eles são 31% do montante total.

O que é gengivites?

A gengivite é uma inflamação na gengiva que está relacionada com a placa bacteriana, uma película e sem cor que se forma nos dentes e nas gengivas. Se ela não for removida pela escovação diária e pelo uso do fio dental produz as toxinas que irritam a mucosa e causam a gengivite.

O tratamento tem mais eficácia quando é feito no estágio inicial, pois os danos podem ser revertidos já que o osso e o tecido conjuntivo, que segura os dentes no lugar, ainda não foram atingidos. Mas, se a doença não for tratada, ela pode se tornar uma periodontite e trazer danos aos dentes, a mandíbula e ao maxilar.

Gengivas vermelhas, inchadas e sensíveis que sangram durante a escovação, retração da gengiva com o aumento da aparência dos dentes, bolsas entre os dentes e as gengivas são alguns dos sintomas da gengivite. Os pacientes também podem apresentar mau hálito e sentir o gosto dos alimentos de forma alterada. Assim que a pessoa perceber uma dessas características o correto é que ela procure seus dentista de confiança para confirmar o diagnóstico.

Para prevenir o problema, os pacientes devem manter uma boa higiene bucal com uma escovação correta e o uso de fio dental, para remover a placa, restos de comida e controlar o aparecimento de tártaro.
A alimentação correta e balanceada também ajuda na prevenção. As visitas periódicas ao dentista são essenciais para evitar a gengivite, além de outros problemas no futuro.
Consultoria: Clinica ImplArt – Estética dental e Implante dentário http://www.clinicaimplart.com.br

O que é dimensão vertical

A dimensão vertical consiste no comprimento da face determinado pela distância de separação do maxilar. Alterações nesse sistema podem trazer diversos problemas para os pacientes. Por isso, há muito tempo os dentistas procuram métodos e técnicas para determinar um relacionamento maxilomandibular eficiente. O restabelecimento inadequado pode acarretar em um trabalho protético.

Hábitos parafuncionais, desgaste dentário fisiológico ou parafuncional, perda de estabilidade posterior por causa da ausência de alguns dentes podem trazer alterações à dimensão vertical. Como consequência, podem aparecer problemas de alteração do perfil facial, dor de cabeça, dor nos músculos e sintomas relacionados às disfunções temporomandibulares.

Existem dois tipos de dimensão vertical: oclusal ou de contato (DVO/OVD ou DOV/VDO) e de repouso (DVR/VDR). A primeira consiste na altura reduzida da face com os dentes na oclusão ccentral e a segunda, é a altura reduzida da face medida de um ponto do queixo a um ponto abaixo do nariz, com a mandíbula em repouso.

Para restabelecer corretamente a dimensão, alguns tratamentos podem ajudar nesse sentido. O uso de overlays e próteses provisórias vão contribuir para retormar a função fisiológica normal do paciente. Além disso, a técnica também diminui os sintomas, atuando como uma terpia reversível e permite a confirmação do diagnóstico. Dessa forma, o dentista e o paciente podem começar a planeja qual tratamento será feito.

Consultoria: Clinica ImplArt – Estética dental e Implante dentário http://www.clinicaimplart.com.br

Aparelhos metálicos

O aparelho metálico é o mais utilizado pelos pacientes que precisam de tratamentos ortodônticos. O custo-benefício deste aparelho é um dos melhores. Normalmente, os pacientes precisam pagar a colocação que pode incluir ou não os separadores, que antecedem as bandas, as bandas e também um arco de metal que fica no céu da boca. Também é preciso pagar a manutenção e ir ao dentista mensalmente para apertar e trocar as borrachas.

O maior diferencial deste aparelho é a possibilidade de se diferenciar. Os pacientes que gostam de coisas coloridas e de visuais diferentes podem aproveitar as borrachas para criar seu próprio visual. A cada mês que elas são trocadas é possível mudar a cor: cinza, branco, transparente, as cores mais comuns, e até rosa, verde-limão e laranja.

As funções do aparelho são de corrigir o sorriso, a posição dos dentes e deixar a arcada dentária uniforme com uma mordida correta e sem problemas. Um sorriso bonito não é só uma questão de estética, mas sim para evitar que os problemas se agravem no futuro. Pequenas imperfeições podem se tornar grandes com o passar do tempo e sem contar com um tratamento adequado.

Para ter o diagnóstico correto e o melhor tratamento os pacientes devem manter uma conversa franca e honesta com seu dentista e mostrar seus desejos e suas expectativas com o tratamento. Já o especialista precisa avaliar o problema e fazer o diagnóstico correto para que o resultado final seja o esperado.

Consultoria: Clinica ImplArt – Estética dental e Implante dentário http://www.clinicaimplart.com.br

Aparelho de transparente de safira

Os dentistas sempre estão em busca de novidades e tecnologias para promover um tratamento mais agradável, rápido e bem feito para seus pacientes. Uma das novas opções no mercado para as pessoas que não querem parecer que utilizam aparelho é o aparelho de safira.

Para ficarem invisíveis, os braquetes são feitos de safira translúcida e com extremidades suavemente arredondadas que permitem uma colocação e uma adaptação fácil. O fio de metal que passa pelos braquetes também é diferente do comum, com uma coloraçãomais próxima da cor dos dentes. Assim, todo o aparelho fica “escondido”.

A tecnologia utilizada nas peças também aumenta a durabilidade com um processo de polimento feito em altas temperaturas que corrige as falhas na superfície deixa o braquete mais forte e reduz o atrito entre o dente e a peça. A cola utilizada também é diferenciada e permite fácil remoção do braquete e sua coloração é removida depois que a peça é colocada na boca.

O aparelho de safira faz a mesma função do aparelho comum com os braquetes e os fios de metal sem o paciente ter a sensação de que está com um aparelho na boca. A qualidade dos materiais e do resultado apresentado no final não se diferencia da técnica comum. Os pacientes devem conversar com seu dentista para saber qual a melhor opção para seu caso.

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Bruxismo e o ranger de dentes

Dentes rangendo e barulhos na boca durante o sono são sinais de bruxismo, uma parafunção oral que pode ser causada por fatores emocionais, problemas físicos e outras razões. O hábito de ranger os dentes normalmente ocorre durante à noite, quando a pessoa está dormindo e não consegue ter controle das forças utilizadas. A parafunção atinge homens e mulheres e até mesmo crianças com dentição de leite, mista ou permanente.

Não existem causas específicas para o aparecimento do bruxismo, mas estudos apontam que o fator emocional pode piorar o problema. Além disso, disfunção e sobrecarga dos músculos mastigatórios, disfunção na articulação temporomandibular, estresse físico, interferência oclusal, patologias das vias aéreas superiores e perdas dentárias ajudam à agravar a parafunção.

Durante o sono, as pessoas com bruxismo realizam movimentos rítmicos, que lembram a mastigação, durante períodos longos de contração dos músculos mandibulares. Esse esforço utiliza as forças máximas de contrações e pode trazer fadiga e dor muscular.

Não existe uma causa exata para essa parafunção e por isso, é mais complicado determinar um tratamento específico para o problema. O tratamento deve ter como base a redução da tensão emocional e dos sinais e sintomas. O mais comum para aliviar a disfunção da articulação temporomandibular é o uso de placas interoclusais (de acrílico). Elas são utilizadas pelo paciente durante o sono e protegem os dentes do desgaste provocado pela movimentação. Além das placas, terapias psicológicas e sessões de fisioterapia podem se associar ao tratamento.

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Enxerto ósseo na odontologia

O enxerto ósseo é uma ótima opção para ajudar os pacientes que vão colocar implantes dentários, mas precisam ter uma boa base de sustentação para eles. No caso de pessoas que precisam de um ou dois implantes, a melhor opção é o enxerto em pó, que é feito de pó de osso.

Esse tipo de enxerto utiliza material de banco de ossos, que podem conter ossos de animais ou de outros seres humanos. O enxerto em pó pode ser liofilizado com membranas e caso seja colocado em grandes áreas pode formar uma neoformação óssea até o dente ficar firme. Por isso, esse material só é indicado para pequenas extensões.

Para fazer o enxerto, o dentista tem a sua disposição os seguintes materiais: enxertos retirados de animais – xenógeno (osso liofilizado bovino – genox), de outra pessoa da mesma espécie (alogênicos) ou materiais vítreos sintéticos – bioss (alógeno) e precursor ósseo (hidroxiapatita sintética).

Apesar de existirem recomendações para grandes e pequenas áreas, o dentista terá que examinar o caso de cada paciente, considerando os possíveis resultados para idealizar qual material é mais indicado para cada pessoa.

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Prótese flexível em silicone

As próteses flexíveis podem substituir as próteses parciais removíveis ou as dentaduras. Elas são fabricadas com o material Flexite, uma resina flexível, que é utilizada como base para próteses e ajuda a corrigir falhas no acrílico convencional. Além disso, o produto é biocompatível e não quebra. Com essa técnica os ganchos de metal não são utilizados e o resultado fica mais natural.

O uso da prótese flexível é indicado para mantenedores de espaço, placas mio-relaxantes, pacientes idosos, especiais, provisórias para reabilitação com implantes, reabilitação oral, unilateral e bilateral. Com esse material as forças mastigatórias são distribuídas nas áreas dêntulas, evitando pressões nos dentes que restaram. As gengivas são estimuladas para ajudar a diminuir a reabsorção óssea.

Como o material é mais flexível e resistente, os danos são menores do que nas próteses convencionais. Com o material os dentes remanescentes não precisam de reparos, as forças mastigadoras são melhor distribuídas e em alguns casos é possível adicionar dentes.

O paciente que utiliza essa prótese consegue se adaptar com mais facilidade devido a sua flexibilidade e a sua espessura maior. O material também facilita a translucidez, já que ela simula a cor natural das gengivas e dos tecidos.

Como a prótese flexível é indicada para alguns casos específicos somente a avaliação do dentista especialista pode determinar o material e o tratamento que cada paciente deve seguir.

Consultoria: Clinica ImplArt – Estética dental e Implante dentário http://www.clinicaimplart.com.br