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Falta de dentistas nos eua faz profissionais lucrarem

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Os tempos nunca foram melhores para os dentistas dos Estados Unidos. Mas o mesmo não pode ser dito sobre os dentes dos norte-americanos. Com os custos do trabalho odontológico crescendo bem mais que a inflação e cerca de 100 milhões de pessoas desprovidas de planos odontológicos, a porcentagem de norte-americanos com cáries que precisam de tratamento começou a subir nesta década, revertendo 50 anos de tendência de melhora na saúde dental.

Números até agora inéditos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças demonstram que, em 2003 e 2004, os anos mais recentes para os quais há dados disponíveis, 27% das crianças e 29% dos adultos tinham cáries sem tratamento nos Estados Unidos. A porcentagem de pessoas com cáries não tratadas era a maior desde o final dos anos 80, e significativamente mais alta do que a registrada por uma pesquisa que cobria o período 1999-2002.
A despeito da alta no número de problemas dentais, os conselhos estaduais de odontologia e a Associação dos Dentistas Norte-Americanos (ADA), a principal organização profissional dos dentistas do país, vêm combatendo com esforços dos técnicos de higiene dental e outros profissionais sem formação odontológica para prover tratamento básico a pessoas que não têm acesso a dentistas.
Para os norte-americanos de classe média e ricos, dentes brancos e alinhados são um direito garantido. E os dentistas alegam que a maioria das pessoas recebe cuidado dental de alta qualidade nos Estados Unidos.
Mas muitas famílias pobres e de classe média mais baixa não recebem cuidados adequados, em parte porque a maioria dos dentistas prefere clientes capazes de pagar pelos seus tratamentos em dinheiro ou por meio de planos odontológicos privados; eles em geral não aceitam pessoas cuja cobertura de saúde depende do programa federal Medicaid.
Como resultado, clínicas odontológicas que atendem a esses pacientes têm listas de espera com meses de duração, mesmo no caso de pessoas que precisam de cirurgias sérias para tratar de dentes apodrecidos.
Na clínica de odontologia pediátrica administrada pela escola de odontologia da Universidade da Flórida, cujos custos são bancados pelo Estado, por exemplo, as crianças de baixa renda podem ter de esperar seis meses por uma cirurgia.
Em alguns casos, os resultados de tratamentos odontológicos inadequados são fatais. Uma criança no Mississipi e uma segunda em Maryland morreram, este ano, de infecções causadas por dentes apodrecidos.
Os críticos dos profissionais de odontologia – entre os quais especialistas em saúde pública, alguns médicos e até mesmo alguns professores de escolas de odontologia- dizem que há dentistas demais cuja preocupação dominante é o dinheiro e não a medicina.
“A maioria dos dentistas considera a odontologia como negócio, e não como serviço essencial de saúde”, diz o Dr. David Nash, professor de odontologia pediátrica na Universidade do Kentucky.
“Posso estar sendo cínico sobre minha profissão, mas os dados estão lá para confirmar minha opinião. É vergonhoso”.
Um defensor das práticas dos dentistas é o Dr. Terry Dicksinson, que é dentista e também diretor executivo da Associação Odontológica da Virgínia. Ele afirma acreditar que os dentistas sejam compassivos e desejem fornecer tratamento a pacientes pobres.
“as a odontologia também é um negócio. Eles precisam pagar aluguel e os salários de seus funcionários, e merecem remuneração justa, diz ele. “A caridade não é um sistema de saúde”, disse Dickinson.
Os dentistas, evidentemente, não têm mais obrigação de atender os pobres do que advogados ou contadores. Mas, do ponto de vista da saúde pública, dizem os críticos da profissão, a questão é que, ao mesmo tempo em que tantos pacientes passam sem tratamento, os negócios vêm florescendo para a maioria dos dentistas. Eles estão faturando mais dinheiro e trabalhando menos horas, em média, ainda que a proporção de dentistas por habitante tenha caído no país.
A falta de cuidados odontológicos não se restringe aos pobres e suas crianças, demonstram os dados. Os especialistas em saúde bucal dizem que cerca de 100 milhões de norte-americanos – entre os quais muitos adultos empregados e com renda bem superior à marca da pobreza- não dispõem de acesso a cuidados odontológicos.
Uma pesquisa federal demonstrou que 27% dos adultos desprovidos de planos odontológicos consultaram dentistas em 2004, ante 29% em 1996, quando os custos odontológicos eram significativamente mais baixos, mesmo levando em conta a inflação do período.
Para adultos dotados de planos odontológicos, a proporção de dos que se consultaram se manteve rigorosamente inalterada, em 57%, ante 56%. Desde 1990, o número de dentistas nos Estados Unidos vêm se mantendo relativamente inalterado, em por volta de 150 mil a 160 mil, enquanto a população do país cresceu em 22% no período. Além disso, há mais dentistas trabalhando apenas em tempo parcial.
Em parte como resultado disso, os custos odontológicos subiram muito mais que a inflação. Em dólares reais, o custo do procedimento odontológico médio subiu em 25% entre 1996 e 2004. O paciente norte-americano adulto médio hoje gasta cerca de US$ 600 ao ano com o cuidado de seus dentes, e os seguros cobrem cerca de metade do custo.
A renda dos dentistas cresceu mais rápido que a dos norte-americanos médios e do que a dos médicos. Antigamente vistos como primos pobres dos médicos, dentistas em geral faturavam uma média de USS 185 mil ao ano com seus consultórios em 2004, o ano mais recente para o qual existem dados disponíveis. O número se assemelha à média de renda dos médicos não especializados, mas as jornadas de trabalho dos dentistas são muito menores. Os cirurgiões odontológicos e os ortodontistas têm renda média superior a US$ 300 mil ao ano.
“Os dentistas ganham mais que os médicos”, diz Morris Kleiner, economista da Universidade de Minnesota. “Se eu tivesse um filho interessado em biológicas, recomendaria a odontologia”.
A Dra. Kathleen Roth, presidente da ADA, disse que a associação está trabalhando para melhorar a tabela de pagamento do Medicaid, a fim de tornar mais interessante para os dentistas o tratamento de pacientes de baixa renda. O programa só cobre os custos de tratamentos básicos e de emergência para crianças, e de emergências para adultos, na maioria dos Estados.
“O acesso aos cuidados dentários vêm se tornando um problema cada vez maior nos últimos 10 anos, especialmente para as crianças”, disse Roth. “Os programas estaduais e federais reduziram as verbas que ofereciam”.
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times
Fonte: terra notícias

Brasil está saturado de dentistas

Segundo matéria publicada no portal abril, o país tem 11% dos dentistas do mundo e mercado deve recebe oito mil novos profissionais por ano.
O Brasil possui cerca de 250 mil dentistas, o que corresponde a mais de 11% da fatia global desses profissionais. Não obstante, este número equivale à população de dentistas dos EUA e do Canadá juntas.
A tendência para os próximos anos é que os números aumentem ainda mais. O mercado recebe oito mil novos dentistas por ano; um crescimento de 4% sendo que a população brasileira está chegando à estabilidade, num crescimento de 2% ao ano. Apesar dessa fartura de profissionais no mercado, 16% dos brasileiros nunca foi ao dentista. Segundo o professor Plínio Augusto Rehse Tomaz, há uma “realidade de mercado desfavorável” e que deve ser levada em conta na escolha da carreira dos novos ingressantes.
Do montante total de profissionais, metade tem menos de 40 anos, o que reforça o ensejo do estudo em mostrar o “boom” profissional por que passa a área. O mercado é dominado, sobretudo pelas mulheres: de cada dez dentistas, seis são do sexo feminino. O estudo ainda revelou dados importantes sobre o exercício profissional desenvolvido por esses cirurgiões-dentistas. Mostrou que a especialização ainda é pequena, mais de 70% deles são clínicos-gerais.

Com a oferta excessiva de profissionais no mercado, os dentistas tiveram que lidar com o problema financeiro. Uma vez que a concorrência mostrou-se ferrenha, houve a demanda por mais horas de trabalho em detrimento do valor cobrado pelos procedimentos. 90% dos cirurgiões-dentistas dizem trabalhar mais de 40 horas semanais e 60% deles ganham menos que cinco mil reais por mês, revelou o estudo. Todo esse panorama negativo reflete o número expressivo de profissionais que não escolheriam a odontologia como carreira se o pudessem fazê-lo, eles são 31% do montante total.

Zircônia nas próteses protocolo Bränemark

A maioria dos pacientes que procuram dentistas especializados em Implantodontia quando estão buscando excelência para restaurar seu sorriso. Por isso, todos os materiais utilizados nesse procedimento são importantes e devem ser escolhidos com muita atenção para que o resultado atenda aos desejos do paciente.

A prótese tipo protocolo Bränemark consiste na reabilitação total de pacientes que perderam seus dentes há muitos anos e que possuem sua parte óssea prejudicada. O tratamento de Bränemark é caracterizado em duas etapas, cirúrgica e protética, com intervalos de quatro a seis meses para mandíbula e maxila. Mas, atualmente com os avanços alcançados pela odontologia é possível realizar a implantação em 72 horas.

Uma boa opção para é utilizar a zircônia nas estruturas que sustentam as próteses. O posicionamento dos implantes deve ser impecável, já que é fundamental para um bom resultado estético. Além disso, implantes mal posicionados podem trazer grandes frustrações.

A maioria das infraestruturas totais ou parciais é feita com ligas metálicas que fazem o papel de suporte mecânico e funcional. Mas, por causa de sua coloração, a estética pode ficar comprometida, especialmente em áreas mais aparentes e importantes para os pacientes. Por isso, as estruturas cerâmicas ganham espaço por causa de sua biocompatibilidade, resistência e estabilidade.

Entre os materiais mais indicados para atender aos desejos estéticos de cada pessoa está a zircônia, com propriedades mecânicas, alta capacidade estética, radiopacidade e biocompatibilidade. Ela se apresenta como um material cerâmico com três formas definidas: monoclínica, tetragonial e cúbica.

Curso de prótese e implantes em MS

O curso de Atualização de Prótese sobre Implante da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul está com as inscrições abertas. A especialização é promovida pela Faculdade de Odontologia Professor Albino Coimbra Filho por meio do Departamento de Prótese e Odontologia Restauradora.

Segundo a organização, o curso é voltado para dentistas e profissionais da área e as vagas são limitadas, que serão preenchidas por ordem de inscrição. O objetivo é capacitar cirurgiões dentistas para planejar e executar a reabilitação de casos de média complexidade com o uso de próteses instaladas em implantes dentários.

As aulas serão teóricas e práticas, que vão contar com o atendimento clínico de pacientes. O curso começa no dia 25 de março e terá 200 horas, que serão ministradas uma vez por mês, às sextas e sábados.

Mais informações podem ser obtidas pelo site da instituição: www.ufms.br ou pelo telefone: 67 3345-7383.

Cursos da SPO

Estudar, aumentar o conhecimento e aperfeiçoar as técnicas já conhecidas são atividades que fazem parte da rotina de um profissional bem sucedido, preocupado com sua profissão e quer progredir em sua carreira. Por isso, cursos de especialização são muito importantes para a formação e para o trabalho no dia a dia.

A SPO, a Sociedade Paulista de Ortodontia, oferece cursos de especialização para dentistas situados em São Paulo. Entre eles estão: curso de aperfeiçoamento e atualização em ortodontia, curso de aperfeiçoamento e atualização em ortopedia funcional dos maxilares, cursos de interpetração em tomografia computadorizada Cone Beam, curso de aperfeiçoamento em ortodontia técnica straight wire e curso de preparo ortodôntico para cirurgia ortognática.

Para obter mais informações sobre as opções disponíveis, os interessados podem acessar o site: http://www.spo.org.br/cursos.php. O valor da inscrição e da mensalidade varia de acordo com cada curso. Sócios da entidade pagam metade do valor da inscrição.

Inscrições podem ser feitas pelo e-mail: secretaria@spo.org.br, ou pelo telefone: 11 3884-3113.

Loja Shop Dental

A Shop Dental é uma loja on-line que atua desde 2006 na internet vendendo produtos e equipamentos odontológicos para dentistas. A sede está localizada na Grande Florianópolis, em Santa Catarina. A equipe de atendimento é composta por especialistas das áreas de computação, comunicação e odontologia.
Os produtos são divididos por seções: anestesia, cirurgia, dentística, endodontia, equipamentos, implantodontia, informática, ortopedia, papelaria, periodontia, profilaxia, biossegurança, prótese, radiologia e eletroeletrônicos. Também existe um área dedicada a algumas marcas como KaVo, Microdent, Waterpik, Sercon, Fiac compressores, Essence dental e FGM.
Para fazer um pedido, os interessados precisam fazer um cadastro no site www.shopdental.com.br, ou utilizar um dos três televendas (São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis).

Salão Dental do Chile acontece em maio

O “Salón Dental Chile 2011” será realizado de 26 a 28 de maio na cidade de Santiago. O evento é uma exposição com as últimas novidades tecnológicas para implementação na odontologia clínica. A programação é composta por palestras e debates entre profissionais de todo o mundo.
A feira também serve como uma oportunidade para as empresas apresentarem seu trabalho e novas tecnologias para os dentistas. Nos estandes, os participantes poderão ver equipamentos instrumentais, próteses e outros artigos. A receita gerada pelo evento pode chegar a US$ 2 milhões.
Os interessados podem obter sua credencial para participar do evento pelo site: http://www.salondentalchile.cl/2011_es/index.html. As inscrições estão divididas em; visitantes, estudantes, assistentes de dentista, dentista e laboratório.

3º Congresso de Odontologia do Tocantins

Entre os dias 23 e 28 de maio acontece o 3º Congresso de Odontologia de Tocantins que terá como tema principal “Saúde Bucal na Conquista da Dignidade Humana”. O evento será realizado no Espaço Cultural, em Palmas, e cerca de mil pessoas são esperadas.
Cirurgiões-dentistas, acadêmicos de odontologia, técnicos em prótese dentária, auxiliares em saúde bucal (ASB), técnicos em saúde bucal (TSB) e acadêmicos de ASB, TSB e TPD.
Mais informações sobre o evento estão disponíveis no site da Associação Brasileira de Odontologia – Seção Tocantins (www.abo-to.org.br).

Dr Roberto Markarian – Implantodontia

Hoje coordena a clínica ImplArt em São Paulo-Brasil, um dos principais centros de reabilitação oral estética e implantologia no Brasil.

Site: Implantes dentários e Odontologia estética http://www.implantesorais.com.br

  • Professor Mestre em Prótese Dentária pela Faculdade de Odontologia pela Universidade de São Paulo, Brasil- FO USP
  • Especialista em Implantodontia (Implantes Dentários) pela FUNDECTO – USP
  • Especialista em Prótese Dentária pelo Conselho Federal de Odontologia – CFO
  • Pós-Graduado em Cirurgias Avançadas em Implantodontia pela Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas APCD
  • Pós-Graduado em Cirurgia Oral pela Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas APCD
  • Dentista Membro da Academy of Osseointegration – AO – Estados Unidos
  • Dentista Membro da American Dental Association – ADA – Estados Unidos 2010
  • Pesquisador do Departamento de Prótese Dentária da FO USP, Brasil
  • Realiza consultoria para Sites e Revistas
  • Credenciado pelo sistema de implantes Straumann – ITI, Suiça 2003
  • CRO-SP 73.583

Implantodontista – Especialista em Implante Dentário e Estética dental http://www.markarian.com.br